sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

my game isn't over.

Quando foi que comecei a brincar comigo mesma? Brinco com meu coração.
Vou levando tudo como se meus sentimentos nada fossem. Como se não os sentisse. Pelo menos aprendi a deixá-los de lado. Às vezes isso é necessário, porque sentir demais acaba machucando demais. 
Eu sei que a gente precisa de um pouco de dor para despertar e ver que nada é perfeito no mundo. Assim, a gente deixa de se iludir, de sonhar, para não ter uma dor muito grande depois... Mas ninguém quer se sentir assim, desiludido. Não deve ser tão errado ter o mínimo de esperança nas ilusões que sempre existiram dentro de nós. 
Não deve ser tão errado lembrar que temos sentimentos. 

Eu nunca soube quase nada que se passava aqui por dentro... Agora é mais difícil ainda me (re)conhecer. 

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

"Não tenha medo. Você vai encontrar um jeito certo, embora não exista o jeito certo. Mas você vai encontrar o seu jeito, e é ele que importa." (Caio Fernando Abreu)

... não é fácil ter esperança assim. é muito mais "fácil" ter medo.

domingo, 15 de janeiro de 2012

"... this new head filled up with smoke"

Lembre-se de não se tornar a vítima de suas próprias ações. Você pode até ser a vilã da história, mas por que se machucar?

Você deve ser a protagonista. E assim, pode ser o que quiser, só não pode perder seu brilho, desperdiçar o potencial que tem para ser alguém. Porque fazendo isso, não haverá história, nem vida de verdade. 


... Um dia vai me ouvir?

sábado, 14 de janeiro de 2012

... Mas é só mais um caso, é só mais um "nada".

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Eu tenho medo.

...
Medo de ter sonhos demais... Mas temo esquecer esses sonhos em algum canto do mundo. Vem junto o medo de acreditar demais nas pessoas, nos sonhos, e ainda o medo de acreditar de menos. Tenho medo de não acreditar em Deus, algo tão imposto a todos...
Tenho medo do amor e de amar. Mas também me assusta a razão. Há, por exemplo, aqueles momentos difíceis nos quais começo a pensar muito e vejo que não consigo chegar a nenhuma conclusão, pois sou sempre confusa demais. Porém, a mesma sensação vem quando o raciocínio e a conclusão chegam muito rápido e fico perdida, por estar naquela situação tão imediata. 
Receio estar sempre indo para trás, ou estar cada vez mais parada, presa ao que já passou; presa a lembranças... Acho que isso acontece porque tenho medo de perder tantas memórias (até porque já perdi muitas que não queria perder). Talvez por eu também ter tanto medo do que vem pela frente, eu prefira não seguir. O futuro assusta. Eu fico ansiosa ao extremo, até porque essa é uma característica inerente a mim, e fico amedrontada com cada passo que dou - e com cada volta que o mundo dá. 

Às vezes eu tenho a impressão de que não vivo. Às vezes eu só tenho medo.

Um século. Um mês. Três vidas... E mais um passo para trás? 
Por que será?



sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

pequena reflexão

Cuidado com o que planeja e sonha com alguém. Planos são como promessas feitas. E, no fim das contas, tudo pode dar errado. Aí só o que resta é a pior saudade possível para aquele alguém: saudade do que não foi, do que não existiu. Enfim, do que poderia ter sido. Ele percebe que tudo foi mais uma ilusão, mais uma utopia. E fica mais um "e se...?" vagando - obviamente, sem resposta.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Eu e o futuro, eu e o acaso. De novo.

Não sei ouvir o acaso...
Vai ver ele nem é amigo do meu coração, vai ver ele nem fala comigo.



(Los Hermanos - O Velho e o Moço)